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quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Paranoá pode ganhar campus da UnB

Presente em: http://www.unb.br/noticias/unbagencia/unbagencia.php?id=6275


EXPANSÃO - 28/02/2012

Paranoá pode ganhar campus da UnB
Reitor garantiu executar projeto de construção de unidade da UnB na cidade para concentrar projetos de extensão e aulas. Construção do prédio é apontada como embrião de futuro campi

Francisco Brasileiro - Da Secretaria de Comunicação da UnB

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O Paranoá vai ganhar uma unidade da Universidade de Brasília e pode ser sede do próximo campus da instituição fora do Plano Piloto. O compromisso foi assumido pelo reitor José Geraldo de Sousa Junior em visita à cidade na manhã desta terça-feira 28. Em solenidade na Administração Regional do Paranoá, José Geraldo prometeu a construção de um prédio para abrigar as atividades realizadas pela UnB na cidade.
Atualmente são desenvolvidos no Paranoá cerca de 30 projetos de extensão da Universidade. A cidade é também local de aulas práticas de aproximadamente mil alunos dos cursos de graduação e pós-graduação da área de saúde do campus Darcy Ribeiro e um dos pontos do Distrito Federal onde a UnB é mais atuante.
José Geraldo aponta a construção como um embrião de um futuro campus da UnB na cidade. “A presença marcante da UnB no Paranoá aponta para a necessidade de um campus universitário na cidade. O processo de expansão das universidades ainda não se esgotou”, disse, durante a cerimônia. “A presença da Universidade na região não está mais apenas no plano do voluntarismo militante, mas no plano das políticas públicas concretizadas”, destacou.
Mariana Costa/UnB Agência
 Reitor visita terreno cedido pelo GDF para construçao do novo espaço da UnB
“Lançamos hoje, oficialmente, o grupo pró-universidade no Paranoá”, completou Maria de Lourdes Pereira, presidente do Centro de Cultura e Desenvolvimento do Paranoá. Participaram ainda da cerimônia Carlos Garibel, administrador da cidade, representantes da regional de ensino, dos conselhos de saúde do Paranoá e comunitário da UnB, da administração regional do Itapuã e de movimentos populares, além de professores que desenvolvem projetos na região e diretores de departamentos e faculdades.
PEDRA FUNDAMENTAL – Maria de Lourdes é moradora do Paranoá há 40 anos e assistiu a construção e desativação do Núcleo Permanente de Extensão na cidade, criado na gestão do então reitor Cristovam Buarque. “Nunca nos conformamos com o fim do Núcleo e desde então lutamos para que seja reconstruído”, conta. O núcleo funcionou durante cinco anos em terreno cedido pelo Governo do Distrito Federal (GDF).
O GDF usou o antigo espaço para construção de uma quadra esportiva. “Na época acertamos uma troca para que o governo cedesse outro terreno para a universidade”, conta Lourdes. “Dessa vez queríamos um lote maior já pensando na construção de um campus”. O acordo se concretizou em 2007, ainda no governo de José Roberto Arruda, com o lançamento da pedra fundamental do polo de extensão em uma área de 10 mil hectares.  
Mariana Costa/UnB Agência
 Líder comunitária Maria de Lourdes reivindica criação de campus no Paranoá
SAÚDE-ESCOLA – Ainda não há previsão da data de início da construção do prédio. “Vamos formar um grupo de trabalho para avaliar as questões necessárias para a instalação da unidade”, disse o reitor. Segundo Oviromar Flores, decano de Extensão da UnB, os primeiros passos para construção do núcleo são a confirmação da posse do terreno junto ao governo atual, a busca por financiamento e a discussão de um projeto arquitetônico atrelado ao projeto acadêmico-político-pedagógico da unidade.
Quando estiver concluído, o novo espaço contará com um centro de saúde-escola. “Vamos oferecer serviços de assistência à saúde para a população e atividades de ensino e extensão envolvendo alunos dos cursos da área e correlatas”, explica o decano. Outros projetos de extensão e atividades já desenvolvidas também serão incorporadas à unidade.
A decisão de construir a unidade foi tomada no início do mês em reunião de Grupo de Trabalho que conta com representantes da universidade, da administração e de movimentos sociais da cidade.
Todos os textos e fotos podem ser utilizados e reproduzidos desde que a fonte seja citada. Textos: UnB Agência. Fotos: nome do fotógrafo/UnB Agência.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Paranoá vai abrigar um Polo do Núcleo de Extensão da UnB

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UnB Agência

COMUNIDADE - 08/02/2012

Edu Lauton/UnB Agência
Paranoá vai abrigar um Polo do Núcleo de Extensão da UnB
Para ampliar a atuação do Núcleo de Extensão, a administração criou um grupo de trabalho (GT) para integrar as principais ações na localidade

Tatiana Alves - Da Secretaria de Comunicação da UnB


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Cidade satélite a 20 quilômetros da Universidade de Brasília, Paranoá vai ter um Polo do Núcleo de Extensão da UnB que abrigará um Centro de Saúde-Escola. A decisão foi tomada em reunião na tarde desta segunda-feira 6, entre Reitoria, representantes da Faculdade de Ciências da Saúde, Faculdade de Medicina, Administração Regional e representantes da comunidade. O prazo estipulado para o projeto ser concluído é de dois anos.

São 10 mil metros quadrados, próximos à entrada norte da cidade, doados pelo Governo do Distrito Federal a universidade. O espaço construído será de mais de quatro mil metros e atenderá a população local de mais de 65 mil pessoas. De acordo com o professor Oviromar Flores, decano de Extensão, o projeto da estrutura física já está delineado, mas o Centro de Planejamento Oscar Niemyer (Ceplan) e um Grupo de Trabalho analisarão as necessidades e possíveis modificações.

O Centro de Saúde-Escola será uma unidade docente-assistencial da Faculdade de Medicina (FM) e da Faculdade de Ciências da Saúde (FCI), sob responsabilidade do Decanato de Extensão (DEX). A unidade contribuirá para o desenvolvimento das práticas de atenção primária à saúde nas cidades de Paranoá e Itapuã, especialmente através de suas atividades de ensino, pesquisa e extensão. “A ideia é termos uma referência, estrutura física na cidade para aproximar a universidade do Paraná”, diz Oviromar Flores.

O Polo de Extensão da UnB vai consolidar um conjunto de práticas em uma perspectiva interdisciplinar, integralizada e regional. Além das atividades das Faculdades de Medicina (FM) e Faculdade de Ciências da Saúde (FS), outros unidades já desenvolvem atividades de extensão e serão beneficiados, como a Faculdade de Direito, de Arquitetura e Urbanismo e de Educação Física.

PARCERIA
 - A relação entre a UnB e a região administrativa é antiga. Desde o final da década de 80 já recebe atividades de extensão quando foram criados os Núcleos Permanentes da Ceilândia, Novo Gama e Paranoá. Outro projeto mais recente, firmado em 2008, é o convênio denominado Pró-Saúde, entre o Ministério da Saúde e a universidade. Nele os usuários que utilizam os serviços de saúde da Regional do Paranoá são também assistidos por acadêmicos dos cursos de Medicina, Farmácia, Odontologia e Nutrição nas unidades básicas do HRPa, no Programa Saúde da Família (PSF).

“Teremos uma presença mais enraizada e maior institucionalizada no local que integrará atividades de diversos departamentos que atuam no local, como as faculdades de Direito, Arquitetura e Urbanismo, Educação Física e todas as áreas da Saúde. A ideia é uma projeção para uma presença mais orgânica, começando com um polo e projetando para um campus”, afirma o reitor José Geraldo de Souza Junior.

Ficou consolidado em reunião que o Grupo de Trabalho buscará formas de viabilizar o projeto. Para tal, o grupo se reunirá na segunda, 13, às 15h, na Administração Regional. “Faremos o que pudermos para termos a UnB no Paranoá o mais rápido possível”, diz Maria de Lourdes, líder comunitária e conselheira de saúde do Paranoá.

Todos os textos e fotos podem ser utilizados e reproduzidos desde que a fonte seja citada. Textos: UnB Agência. Fotos: nome do fotógrafo/UnB Agência.

Transporte ferroviário de passageiros será retomado com apoio da UnB

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UnB Agência

FERROVIA - 31/01/2012


Reprodução
 
Transporte ferroviário de passageiros será retomado com apoio da UnB
Linha que faz a ligação entre Brasília e Luziânia será reformada com a construção de novas estações e remanejamento de trilhos para atender usuários do DF e Entorno

Diogo Lopes de Oliveira - Da Secretaria de Comunicação da UnB


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O Projeto de Extensão "Cidade Verde", da UnB, está por trás da revitalização do transporte ferroviário de passageiros no Distrito Federal e Entorno. A proposta detalhada será apresentada ainda este ano, com base nas discussões do “Seminário Transporte sobre Trilhos”, organizado em maio de 2011 pela universidade em parceria com com a Secretaria de Desenvolvimento do Centro Oeste (Sudeco), do Ministério da Integração. A estratégia faz parte Plano Diretor de Transportes Urbanos do GDF. 
Em dezembro de 2011, os governadores do Distrito Federal, Agnelo Queiroz e de Goiás, Marconi Perilo, assinaram um acordo de cooperação com o Governo Federal para a revitalização da linha férrea que liga Brasília e Luziânia. O trecho transportava passageiros e cargas, mas desde de 1994 se presta somente ao transporte de mercadorias.
Essa é somente uma das propostas sugeridas pelo "Cidade Verde". Em quase dez anos de estudos, o grupo elaborou uma ampla proposta de integração dos diferentes transportes – metrô, trens regionais, os ônibus de bairro e as bicicletas – para o Distrito Federal, com base em iniciativas bem-sucedidas ao redor do mundo. “O transporte público é ruim em todas as grandes cidades do país. Cada meio de transporte tem uma função e eles se completam. É preciso então integrá-los”, avalia a professora Maria Rosa Abreu, coordenadora do projeto de extensão.
Luiz Filipe Barcelos/UnB Agência
Maria Rosa: "Cada meio de transporte tem uma função e eles se completam"
Segundo Maria Rosa, é preciso que o DF e as cidades do Entorno pertencentes a Goiás rompam com o modelo que beneficia o uso de automóveis e rodovias e passe a integrar meios de transporte público de maneira estratégica.
POLÍTICA –  A revitalização das ferrovias é o grande alvo da Sudeco, instituição que participa das negociações para a viabilização da via. Quem afirma isso é Henrique Oliveira, chefe de gabinete do diretor-superintendente da instituição. Após a assinatura do acordo, foi criado um comitê com a participação da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) e os governos de Goiás e do Distrito Federal. Segundo o assessor da Sudeco, o edital para a elaboração do Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA) para a execução das obras deve acontecer na segunda quinzena de março. “Esperamos que uma vez concluídos os estudos necessários, as obras sejam iniciadas este ano”,  prevê Henrique.
A vereadora Cassiana Tormin (PT), de Luziânia, participa da mobilização para a reestruturação das vias férreas. Ela explica que há três anos conheceu o trabalho da professora Maria Rosa de Abreu e aderiu ao projeto. Em seguida, estimulou uma mobilização política para mostrar ao Governo Federal a importância da reestruturação da linha Brasília-Luziânia. “A remodelagem da linha vai aliviar o transporte de milhares de pessoas”, analisa a vereadora. Ela explica que foram feitas discussões dentro do partido e audiência públicas para construir um debate sobre o assunto. “A sensibilização funcionou. Hoje, a retomada das ferrovias faz parte do projeto de governo da Presidente Dilma”, comemora.
BENEFÍCIOS – Em 2013, com as obras concluídas, quase meio milhão de pessoas que se deslocam de cidades do Entorno sul de Brasília devem voltar a usar o trem. Estima-se que cerca de 100 mil carros deixem de transitar pela Estrada Parque Indústria e Abastecimento (EPIA).
A coordenadora do "Cidade Verde" cita algumas das vantagens da nova forma de transporte para o Entorno sul. “A via vai atender uma das áreas mais densamente povoadas do DF, diminuirá a necessidade do uso intensivo do automóvel e evitará o sofrimento, os acidentes e as mortes no trânsito”.
Confira aqui a petição para a revitalização da ferrovia para atender a passageiros e outras iniciativas para os transportes no DF e entorno.
Todos os textos e fotos podem ser utilizados e reproduzidos desde que a fonte seja citada. Textos: UnB Agência. Fotos: nome do fotógrafo/UnB Agência.

UnB e SENAC capacitam 40 merendeiras em Brazlândia


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UnB Agência

EXTENSÃO - 26/01/2012

Mariana Costa/UnB Agência
Professora Iracema Santana comanda a aula com as futuras merendeiras

UnB e SENAC capacitam 40 merendeiras em Brazlândia
Parceria também vai oferecer cursos de garçom, gastronomia e hotelaria

Francisco Brasileiro - Da Secretaria de Comunicação da UnB

Brazlândia, a 65 quilômetros de Brasília, maior produtora da fruta no Centro-Oeste, é mais conhecida pela tradicional Festa do Morango. É também a única cidade que abriga um Núcleo de Extensão da UnB com sede física. O núcleo existe desde 2006 e está sendo revitalizado: uma parceria entre UnB e SENAC deu início a um curso de merendeiras na última segunda 23. As aulas vão capacitar 40 alunas para o trabalho em cozinhas de escolas, hospitais, restaurantes e lanchonetes.
“Nosso foco é a produção e boas práticas de manipulação de alimentos”, conta Iracema Santana, professora do SENAC. Para as alunas, contudo, o curso é uma oportunidade de mudar de vida. “Já criei meus filhos e queria muito trabalhar fora, cuidar de mim”, conta Cleide Souza, 45. Cleide é goiana de Alexânia e mora há 15 anos em Brazlândia, onde se sente isolada. “Ter um curso de graça e ainda perto de casa é muito bom”. Cleide vai a pé para as aulas nas salas do Núcleo e em uma carreta do SENAC instalada no local.
Mariana Costa/UnB Agência
Cleide Souza sonha com um emprego, depois de terminar a capacitação
O acordo com o SENAC prevê ainda a abertura de outras turmas e cursos de gastronomia, garçom, hotelaria e moda. A iniciativa faz parte da política da Diretoria de Desenvolvimento e Integração Regional (DDIR), criada este ano, para intensificar os trabalhos dos projetos de extensão junto à comunidade das cidades satélites e do entorno. Saiba mais aqui.
“O Núcleo de Brazlândia recebia apenas ações pontuais desde que foi criado”, conta o professor Mário Ângelo, diretor da DDIR. Para ampliar a atuação do Núcleo a diretoria criou um comitê comunitário formado por representantes da cidade e da administração para discutir as principais questões da cidade. “Identificamos problemas típicos de cidades maiores, como a violência”, relata Mário. Além disso, o Núcleo agora tem uma coordenação própria. "Antes ela era centralizada na reitoria".
Brazlândia tem uma vocação rural forte – é responsável por 60% do abastecimento de hortifrutis de Brasília. A cidade é cercada por unidades de conservação e está localizada em cima de lençóis freáticos importantes. “Temos muitas restrições para crescer”, conta Pedro de Souza,  representante da Administração Regional no comitê do núcleo. “Por isso, a nossa aposta é investir na vocação turística da cidade”, afirma. “O trabalho da UnB e do SENAC para a capacitação dos moradores é essencial para preparar a comunidade para receber o público”.
Ione Bentes, coordenadora do Núcleo e moradora de Brazlândia, trabalha para que o centro se torne referência na cidade. “Implantamos um pólo de prevenção DST/AIDS que já vai começar a distribuir camisinhas antes do carnaval”, conta. Segundo ela, o Núcleo também terá um laboratório de informática e biblioteca.

SERVIÇO
Mais informações sobre o cursos no telefone (61) 3391 7139.
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Decanato de Extensão ganha nova diretoria


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http://www.unb.br/noticias/unbagencia/unbagencia.php?id=6139


UnB Agência

ADMINISTRAÇÃO - 16/01/2012

Decanato de Extensão ganha nova diretoria
Objetivo é aproximar comunidade acadêmica do DEX e aumentar as oportunidades de fomento aos projetos
Thais Antonio - Da Secretaria de Comunicação da UnB

Ensino, pesquisa e extensão são as três funções básicas de uma universidade. E é a integração entre elas que garante a excelência de uma instituição. Para garantir que a extensão se fortaleça na UnB e que a comunidade acadêmica tenha cada vez mais acesso a editais e chamadas públicas que viabilizem a realização de projetos, o Decanato de Extensão (DEX) começa 2012 com uma nova frente de atuação: a Diretoria de Desenvolvimento e Integração Regional (DDIR).
A partir de agora, professores, servidores e estudantes que participam da extensão na Universidade de Brasília terão um espaço estratégico para o desenvolvimento dos projetos. A DDIR terá as seguintes funções: levantamento de editais e chamadas públicas para divulgação interna; articulação política com setores governamentais e não-governamentais que podem destinar recursos para os projetos; investimento nos núcleos de extensão e fortalecimento das coordenações de extensão dos campi avançados.
A Universidade de Brasília conta, atualmente, com 250 Projetos de Extensão de Ação Contínua, os Peacs, que envolvem professores, servidores, estudantes e membros da comunidade externa. “A extensão agrega e produz conhecimento, fortalece o ensino e, ao mesmo tempo, promove desenvolvimento social e econômico, na medida em que atua diretamente nas comunidades”, diz o diretor da DDIR, Mário Angelo Silva. “A gente não vai só esperar sair editais. Também vamos propô-los”. O professor explica que a diretoria também poderá ajudar professores a escrever projetos para concorrer aos editais e chamadas públicas.
Emília Silberstein/UnB Agência
Angelo: “A gente não vai só esperar sair editais. Também vamos propô-los”

O decano de Extensão, Oviromar Flores, conta que a criação da diretoria ocorreu para atender melhor as demandas da comunidade acadêmica. “A organização do decanato era muito compactada. A gente resolveu distribuir para ficar mais fluida. Desta forma, essa diretoria fica mais voltada para a articulação interna”, afirma. Antes de a DDIR ser criada, essa responsabilidade era da Diretoria Técnica de Extensão que, além disso, cuidava de todo o planejamento do DEX. “O foco agora é muito mais especifico em relação a ações e necessidades. É um trabalho mais direto e próximo e isso vai ajudar a extensão a se consolidar e disseminar na universidade”, afirma Oviromar.
Os editais abertos para extensão podem ser acessados aqui.

Mais informações pelo telefone 3107-6735 ou pelo emailddir.dex@gmail.com/. A sala do diretor fica no Instituto Central de Ciências, no Campus Darcy Ribeiro (ICC Ala Sul, sala A 135, próximo à agência da Caixa Econômica Federal). 
PERFIL – A experiência do diretor com a extensão vem de longa data. Mário Ângelo já participava de projetos dessa natureza quando fazia a graduação em Minas Gerais. Formado em Psicologia, desde a década de 1980 faz atendimentos a comunidades que não teriam acesso a profissionais da área. Chegou em 1992 na UnB para trabalhar no Departamento de Serviço Social. No mesmo ano, foi convidado para participar de uma diretoria do DEX. Criou, em 1996, o projeto Convivência, para atendimento de portadores do HIV e familiares, no Hospital Universitário de Brasília (HUB). Já viajou para dois países africanos por projetos de extensão de prevenção a doenças sexualmente transmissíveis (DST). Atualmente, é coordenador do Pólo de Prevenção de DST/Aids da UnB.

O que é a extensão?
É a atividade da universidade que envolve institutos, faculdades e departamentos, com o objetivo de levar o conhecimento acadêmico à sociedade, integrando as artes e a ciência ao ensino, à pesquisa e ao desenvolvimento social.

Como participar?
Professores devem propor Peacs junto ao Decanato de Extensão, por meio de editais. Estudantes podem participar como bolsistas ou voluntários e ganhar até 4 créditos por semestre. Para informações sobre os projetos de cada unidade acadêmica, é preciso procurar o coordenação de extensão da unidade.

Mais informações no site do DEX

Todos os textos e fotos podem ser utilizados e reproduzidos desde que a fonte seja citada. Textos: UnB Agência. Fotos: nome do fotógrafo/UnB Agência.