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quarta-feira, 17 de julho de 2013


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UnB Agência
 COMUNIDADE - 16/07/2013

Venícius Mendes/DEX


SEPIR-DF propõe parcerias com a UnB


Encontro com a Secretaria Especial de Promoção da Igualdade Social do DF, promovido pelo DEX, reúne interessados da UnB em colaborar nas temáticas de gênero, raça e etnia
Sonia Ramos Cruz - do Decanato de Extensão

A Universidade de Brasília sempre foi vanguarda e catalisadora de agendas em prol dos direitos humanos nas questões de gênero, raça e etnia. Foi a primeira instituição do país a adotar o sistema de cotas raciais para ingresso na universidade e influenciou a criação, em nível federal, da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República. Em 2006, foi criado, no Decanato de Extensão (DEX), o Núcleo da Promoção da Igualdade Racial (NPIR). A atual gestão também implementou a Diretoria da Diversidade, vinculada ao Decanato de Assuntos Comunitários (DAC).
Na esteira dessa vocação, a Diretoria de Desenvolvimento e Integração Regional (DDIR/DEX) promoveu, no dia 10 de julho, reunião com a Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (SEPIR-DF) e  a comunidade universitária. A ideia do encontro foi identificar possíveis parceiros para ações conjuntas de ensino, pesquisa e extensão com a SEPIR-DF nas temáticas de gênero, raça e etnia, com  ênfase em saúde e qualidade de vida, esclareceu a professora Inez Montagner, diretora da DDIR.
A professora Inez afirmou que “a  reunião é ponto de partida para sucessivas  conversações, a serem articuladas pela DDIR, para consolidar as parcerias propostas pela SEPIR-DF”. Segundo o secretário Especial de Promoção da Igualdade Racial, Viridiano Custódio, que apresentou o plano de ações da SEPIR-DF, “a Universidade de Brasília significa presença estratégica e fundamental para a evolução e o acesso da população de negros, indígenas, ciganos e quilombolas do Distrito Federal às  políticas públicas.” 
A reunião lotou o Salão de Atos da Reitoria de pesquisadores, professores,  estudantes de graduação e de pós-graduação das Faculdades UnB Ceilândia  (FCE), de  Educação (FE),  Educação Física (FEF), de Ciência da Informação (FCI); dos Institutos de Ciências Humanas (IH/FIL), Letras (IL), Psicologia (IP) Ciência Política (IPOL), do  Centro de Estudos Avançados Multidisciplinares (CEAM), do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros (NEAB), IE/DATA e do Projeto Rondon.  Cada um  falou  sobre o trabalho específico desenvolvido e todos manifestaram interesse na continuidade das conversações.
O secretário Viridiano Custódio citou entre as ações implementadas e por implementar, o  Disque Racismo, que registrou em 2013 mais de 5.000 queixas; o 1º cadastramento da doença falciforme no DF, que tem  forte atuação dos estudantes de Saúde Coletiva do campus UnB Ceilândia e apoio da  DDIR/DEX; o Edital 02/2013-SEPIR-DF, que cria o Comitê Técnico da Saúde da População Negra, para o qual faltam publicação e nomeação dos membros,  a cargo da Secretaria de Saúde-DF e a Tenda Escola, voltada à educação de crianças de aldeia cigana existente em Sobradinho (DF).  A DDIR disponibiliza aos interessados a íntegra do documento da SEPIR-DF.
A apresentação do secretário Viridiano Custódio foi completada pelos assessores da SEPIR-DF  Paulo José Dantas de Jesus,  chefe do  Núcleo de Saúde,  Moredison Ramos Cordeiro, subsecretário  de Ações Afirmativas e Comunidades Tradicionais e Patrícia Maria de Lira Ahualli, diretora de Comunidades Tradicionais.
A decana de Extensão, Thérèse Hofmann, reafirmou o apoio do DEX e destacou o trabalho da DDIR e do Núcleo do Projeto Rondon da UnB para a continuidade e consolidação das articulações internas. Carmen Regina Correia, coordenadora do Núcleo do Projeto Rondon, ressaltou a possibilidade de o Rondon participar das ações da SEPIR e mencionou a parceria interna do núcleo com a DDIR para encaminhar o  mapeamento sugerido.  



SERVIÇO
Interessados da UnB devem entrar em contato com a Diretoria de Desenvolvimento e Integração Regional (DDIR/DEX) pelos telefones: 3107-0323/0324 ou pelo e-mail ddirdex@unb.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

DEX seleciona propostas para concorrerem ao edital Proext 2014

Presente em: www.unb.br/noticias/unbagencia/unbagencia.php?id=7563


UnB Agência

EXTENSÃO - 06/02/2013


DEX seleciona propostas para concorrerem ao edital Proext 2014
Professores da Universidade de Brasília que quiserem participar da seleção têm até 11 de março para encaminhar proposta ao Decanato de Extensão 
Grace Perpetuo - Da Secretaria de Comunicação da UnB

O Ministério da Educação (MEC) lançou o edital do Programa de Extensão Universitária 2013 (ProExt), que tem o objetivo de apoiar as instituições de ensino superior no desenvolvimento de programas ou projetos de extensão que contribuam para a implementação de políticas públicas, com ênfase na formação de alunos e na inclusão social. Segundo o edital, o ProExt irá financiar até R$ 50 mil reais por projeto e até R$ 150 mil reais por programa. Veja aqui o edital. 

Os interessados da Universidade de Brasília que quiserem participar da seleção têm até 11 de março para encaminhar ao Decanato de Extensão (DEX), via UnB DOC, uma cópia impressa da proposta já cadastrada na plataforma SiGProj e ainda não submetida ao MEC. As instituições têm até até o dia 22 de março para encaminhar as propostas ao MEC, em 20 linhas temáticas e seus subtemas, respeitando os limites estabelecidos no edital. Cada instituição poderá apresentar 41 propostas de projeto e 40 propostas de programas.

A seleção das propostas será feita por comissão ad hoc sob a gestão do DEX. As propostas aprovadas receberão documento específico. Os professores proponentes devem anexar o documento de aprovação à inscrição da proposta no SiGProj, que deve ser transmitida ao MEC até às 23:59 minutos do dia 22 de março de 2013, horário de Brasília.

O resultado provisório será divulgado no dia 15 de março, com interposição re recursos agendada para o dia 18. O resultado final será divulgado no dia 21 de março - um dia antes do encaminhamento das propostas ao MEC pelas instituições.

"O ProExt foi maravilhoso para nós porque pude garantir aos alunos a tranquilidade do financiamento durante 12 meses", diz a professora do Departamento de Música da UnB Maria Cristina de Carvalho Cascelli de Azevedo, coordenadora do projeto Diálogos Acadêmicos: aula de música na comunidade. O projeto - que ofereceu oficinas de instrumentos musicais e aulas de música nos Núcleos de Extensão da UnB - foi contemplada no edital ProExt  2011 e continua a ser desenvolvido no Núcleo de Extensão de Brazlândia, para alunos de Ensino Fundamental e Médio e a comunidade local.

Contemplada com o segundo lugar no ProExt 2005 e o sexto lugar no ProExt 2011, a professora Jane Dullius, coordenadora do projeto Doce Desafio, de capacitação e atendimento em educação e diabetes, concorda. “Um dos grandes benefícios do ProExt é a valorização explícita das atividades de extensão universitária”, diz a professora, acrescentando que, o Programa "pode realmente capacitar o estudante para a vida real”. Leia mais sobre o projeto aqui.

TEMAS - Criado em 2003, o ProExt desenvolve os seguintes temas: atenção integral à família; combate à fome; erradicação do trabalho infantil; combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes; juventude e desenvolvimento social; geração de trabalho e renda em economia solidária; promoção e/ou prevenção à saúde; violência urbana; direitos humanos; educação de jovens e adultos; atenção à pessoa idosa, à pessoa com deficiência e às populações indígenas e quilombolas; atividades complementares ao Programa Brasil Alfabetizado; educação ambiental e apoio ao desenvolvimento comunitário; inclusão étnica; apoio à organização e desenvolvimento comunitário; inclusão social dos usuários de drogas; inclusão digital; apoio às atividades de escolas públicas; ensino de ciências; educação de jovens e adultos, incluindo apoio ao desenvolvimento de sistemas locais e regionais de educação, alfabetização e letramento.

Mais informações pelos telefones 3107-0323 e 3107-0324.
Todos os textos e fotos podem ser utilizados e reproduzidos desde que a fonte seja citada. Textos: UnB Agência. Fotos: nome do fotógrafo/UnB Agência.

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

UnB e associações apresentam propostas sobre transporte público no DF

Presente em: www.unb.br/noticias/unbagencia/unbagencia.php?id=7084



UnB Agência

MOBILIDADE - 21/09/2012
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Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr
UnB e associações apresentam propostas sobre transporte público no DF
Nesse sábado, Dia Mundial Sem Carro, pesquisadores e representantes da sociedade defendem alternativas, junto ao GDF, para ampliar e tornar mais eficiente o trânsito na região
Débora Cronemberger - Da Secretaria de Comunicação da UnB


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Até julho deste ano, Brasília contabilizou mais de 1,3 milhão de veículos emplacados, para um total de 2,5 milhões de habitantes. Essa é a maior média per capita do país: um carro para cada duas pessoas. A luta por uma oferta diversificada e eficiente de transporte público terá um marco neste sábado. No dia 22 de setembro, Dia Mundial Sem Carro, representantes da Universidade de Brasília e de associações comunitárias vão apresentar, ao Governo do Distrito Federal, projetos para integrar e aperfeiçoar a rede de mobilidade regional.
Em um encontro chamado de “Roda de Conversa”, a partir das 9h desse sábado, na plataforma superior da Rodoviária, em frente ao Conjunto Nacional, serão apresentados e discutidos os projetos de trem urbano regional, microônibus elétrico de vizinhança e tarifa única de transporte. As propostas resultam de uma parceria, estabelecida há mais de 10 anos, entre representantes comunitários e o projeto Cidade Verde, do Decanato de Extensão. “Temos de buscar alternativas para essas políticas eminentemente rodoviaristas, que geram congestionamentos e poluição cada vez maiores”, defende Maria Rosa Ravelli Abreu, coordenadora do projeto Cidade Verde e professora da Faculdade de Educação da UnB.
Maria Rosa diz que o grupo de estudos fez um comparativo dos custos para a instalação de trem urbano. “Com o investimento de mais de R$ 1 bilhão no eixo rodoviário que vai ligar o Gama e Santa Maria ao Plano Piloto, seria possível comprar mais de 50 trens, com ar-condicionado, como fez o Rio de Janeiro recentemente”, afirma a professora.
“O transporte público para grande capacidade tem de ser sob trilhos”, defende o arquiteto Armando Ollaik, que fez mestrado em Planejamento Urbano na UnB. “Os ônibus têm de ser usados em pequenos trajetos e, para fazer a interligação com os modais, deve ser usado o micro-ônibus elétrico, para alimentar as estações de metrô e o VLT”, afirma. Maria Rosa cita como exemplo o caso da China, que planeja implantar, até 2020, cinco milhões de veículos utilitários elétricos, com autonomia de bateria de 300 km.
Benjamin Soares, coordenador do grupo De Olho no Trem, de Valparaíso e Região Sul do DF, atenta para as particularidades da capital federal, que facilitariam investimentos, a menores custos, na ampliação dos eixos de mobilidade. “Brasília é a única cidade do mundo em que é possível fazer um metrô, de ponta a ponta da cidade, sem precisar derrubar ou indenizar casas. Imagina fazer uma nova linha em qualquer outra cidade, como São Paulo”, observa.
A extensão do metrô de Brasília é questionada por Ana Lúcia Mendes, prefeita da 402 Norte. “Para nós, da comunidade como um todo, mas em especial da Asa Norte, é algo que complica muito a mobilidade. Além de facilitar a vida dos cidadãos, o investimento na ampliação e em melhorias no sistema de transporte público ajudará a economia, pois os empresários não terão de lidar com vales transportes com tarifas tão altas”, argumenta.
GASTOS - Um trabalho realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), apresentado nessa quinta-feira, 20, mostra como é relevante, do ponto de vista financeiro para as famílias brasileiras, os investimentos governamentais em sistemas de transporte público de qualidade. Com base em dados de nove regiões metropolitanas (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Recife, Fortaleza, Salvador e Belém), o IPEA verificou que os moradores das áreas urbanas brasileiras comprometem aproximadamente 15% da sua renda com o transporte urbano, gastando em média cerca de cinco vezes mais em transporte privado do que com transporte público nos seus deslocamentos diários. Veja aqui o estudo do IPEA.
O estudo do IPEA conclui que não basta investir apenas na melhoria do transporte público para melhorar as condições de mobilidade das regiões metropolitanas, já que o transporte individual exerce uma grande atração entre a população. “Aliado à medida de qualificação do transporte público, os gestores devem abrir discussões sobre medidas de racionalização (restrição) do uso dos veículos motorizados individuais no dia-a-dia da população, para que haja um maior equilíbrio entre o uso do transporte público e do privado”, diz o documento.
“Estamos em uma etapa histórica da humanidade em que há alternativas tecnológicas e de custos viáveis para um novo modelo de transporte. O GDF promete instalar aqui uma fábrica de ônibus elétrico e aguardamos, com entusiasmo, a geração de empregos verdes que será possível com esse investimento”, afirma a professora Maria Rosa.
O reitor José Geraldo de Sousa Junior diz que o Dia Mundial Sem Carro é “um chamamento para uma nova solidariedade” e representa uma forma diferente de lidar com o planeta. “Esses momentos são espaços fundamentais para se congregar as pessoas pela necessidade de se criar políticas públicas que abram uma nova perspectiva de sustentabilidade”, afirma.
Todos os textos e fotos podem ser utilizados e reproduzidos desde que a fonte seja citada. Textos: UnB Agência. Fotos: nome do fotógrafo/UnB Agência.

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Candidatos [a Reitor/a] discutem propostas para extensão

Presente em:

16 de agosto de 2012

Candidatos discutem propostas para extensão

Luciana Barreto
Da Secretaria de Comunicação da UnB

A interação com a sociedade é um dos grandes eixos que compõem o tripé institucional das universidades federais. Principal via para possibilitar esse diálogo, a extensão universitária é um dos pontos mais explorados nos programas de campanha dos candidatos que disputam os cargos de reitor e vice-reitor da Universidade de Brasília em consulta da comunidade acadêmica.
Com um orçamento anual que gira em torno de R$ 3 milhões, a UnB ampliou a oferta de bolsas, de professores envolvidos e de projetos institucionalizados na área de extensão. Enquanto em 2008 foram oferecidas 184 bolsas, em 2011 o número saltou para 500. No mesmo período, o contingente de professores dedicados aos projetos de ação contínua passou de 325 para 723.
Como consequência, aumentou a população beneficiada pelos programas. Hoje, são 9,7 mil pessoas em comunidades do Distrito Federal e Entorno. Em 2008, eram 2,2 mil. O número de projetos institucionalizados também cresceu: de 150, em 2008, para 266 no ano passado. Já o número de cursos diminuiu. Passou de 429 para 396. “Essa expansão se deve, em grande parte, ao aporte significativo de recursos do Reuni (Programa de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais)”, explica Oviromar Flores, decano de Extensão.
Além dos números, afirma o decano, desde 2011 a extensão na UnB passou a figurar na escala da progressão do professor e considerada como instrumento de avaliação docente. “Os professores agora se enxergam mais pautados para esse tipo de ação”, diz Oviromar.
Por outro lado, ainda há o que se avançar, como, por exemplo, na implementação da curricularização da extensão, prevista desde 2001. Significa a obrigatoriedade de que 10% da carga disciplinar das universidades seja de atividades extensionistas. “Isso está sendo implementado aos poucos, porque depende da reestruturação programática de cada curso, que está relacionada também ao reconhecimento, por parte das unidades acadêmicas, desta importante estratégia”, analisa o decano.
Segundo Oviromar, a atual administração da UnB tem priorizado a identificação das urgências sociais no Distrito Federal e na região do Entorno para induzir projetos de extensão que reforcem as políticas públicas existentes. Nessa perspectiva, o Decanato lançou duas resoluções e criou a Diretoria de Desenvolvimento e Integração Regional. “Assim, os pesquisadores, além de seus ganhos formativos, contribuem para a resolução dos problemas sociais”.
Octavio Henrique Torres, coordenador do Diretório Central de Estudantes (DCE), no entanto, reclama da infraestrutura disponível para os projetos. “A extensão não tem sido devidamente valorizada. Não há o apoio necessário, como materiais, infraestrutura e transporte, por exemplo, para o cumprimento e prosseguimento das atividades”, avalia.  Ele reclama que há diversos casos em que os alunos não recebem os créditos por sua atividade. “Certamente isso desestimula, fazendo que desistam dessas ações em detrimento de outras frentes acadêmicas” afirma.
Leia a seguir as propostas de cada um dos dez candidatos para a área de extensão.

MÁRCIA ABRAHÃO – Chapa 80: O Amanhã fazemos juntos
O trabalho na extensão assume forte impacto no papel da universidade junto à sociedade, favorecendo a formação de profissionais com identidades solidárias. Como parte indissociável do exercício acadêmico, é fundamental viabilizar os meios para que a extensão repercuta positivamente nos projetos pedagógicos dos cursos de graduação e pós-graduação, bem como no desenvolvimento científico e tecnológico. Defendemos que compromisso social deve ser conjugado a excelência acadêmica. Além de valorizar as ações de extensão na graduação e nos critérios de progressão funcional docente, priorizaremos também a simplificação e agilidade nos processos institucionais ligados à extensão, como aprovação e renovação de projetos, programas e cursos e emissão de certificados. O aumento do fomento aos projetos de extensão e a criação de fóruns permanentes de discussão sobre a política de extensão da UnB também contribuirão para democratizar a gestão universitária.

MARIA LUISA ORTIZ ALVAREZ – Chapa 81: Gira UnB para uma nova gestão
Ao lado da minha vice, Maria de Fátima Makiuchi, com grande experiência no Decanato de Extensão, intensificaremos a articulação entre ensino, pesquisa e extensão. Pretendemos ampliar essas atividades, identificando áreas ainda não cobertas por projetos e promovendo a captação de recursos para esse fim. Buscaremos formas de disponibilizar o passe estudantil junto ao GDF para atividades acadêmicas extracurriculares. Precisamos ainda regulamentar a prestação de serviços pela UnB, como consultorias, laudos técnicos, assistência de saúde e jurídica. Outro compromisso é o de ampliar o número de bolsas e fortalecer os núcleos de extensão em todo DF, na UnB Cerrado, em Alto Paraíso e no Projeto Rondon, com infraestrutura e logística que garantam a mobilidade e estada das equipes. Instituiremos também os “espaços de cidadania global” a partir de interlocuções com países da África e América Latina. É um eixo em consonância com um projeto de nação: ênfase social e respeito à diversidade.

JOÃO BATISTA – Chapa 82: UnB Excelente e Solidária
Para que uma universidade pública seja, de fato, democrática, multicultural e inclusiva, a orientação máxima é o comprometimento social. Gerar conhecimentos inovadores é transformar a sociedade e agir segundo o interesse público. Com meu vice, Wellington Almeida, ex-decano de Extensão, trabalharemos para integrar o DF e a sua região, ampliando o acesso da população à UnB, aumentando os intercâmbios e parcerias em todos os níveis. Para enfrentar um grande gargalo burocrático, implementaremos a certificação digital, já que a demanda nesse sentido é enorme. No espírito da Semana Universitária, instituiremos ainda o “UnB de Portas Abertas”, em que todos os departamentos, uma vez por semestre, receberam a comunidade com aulas, exposições, seminários. Também articularemos manifestações culturais da UnB com iniciativas de intercâmbio em nível nacional e internacional. Nessa linha, outra proposta nossa é a Semana das Artes da UnB, bem como a dinamização do FLAAC.

ANA VALENTE – Chapa 83: Uma Reitoria Valente para Honrar a UnB
Para exercitar a função social da UnB, tanto na democratização dos conhecimentos produzidos quanto no movimento de trazer para a comunidade acadêmica as reais demandas da sociedade, é necessário que o Decanato de Extensão amplie sua atuação. Avaliamos que o sistema de acompanhamento da extensão tem sido relegado a um segundo plano. Precisamos de critérios de excelência para selecionar alunos e definir cursos e eventos de extensão, bem como os cursos de formação continuada e os projetos de ação contínua. Outro ponto nosso é rever a efetividade das parcerias com as comunidades locais, ONGs e empresas. Atestamos também a necessidade de novas ações nas comunidades beneficiárias, além da inclusão de outras com demandas sociais importantes. Outro aspecto relevante é o estímulo e inserção dos professores nos cursos e projetos de extensão. Não menos importantes são as cooperações com instituições nacionais e internacionais para consolidar redes de trabalho.

DENISE BOMTEMPO – Chapa 84: Inovação e Sustentabilidade
Para a relação universidade-sociedade ser transformadora e efetiva as atividades de extensão precisam ocorrer de modo contínuo e progressivo. Ao lado do meu vice, Noraí Rocco, e de meus companheiros de chapa, temos defendido a extensão como uma via de mão dupla: tanto como valiosa instância nas atividades formativas e investigativas quanto essencial para a melhoria das condições de vida da população. Para tanto, estimularemos a participação do corpo docente, dos técnicos-administrativos e dos estudantes em programas e projetos de extensão. Nosso objetivo é que a extensão alcance caráter mais duradouro e continuado. Em nossa proposta, incentivamos a inclusão de créditos em atividades de extensão nos projetos político-pedagógicos dos cursos. É fundamental ainda regulamentar prestações de serviços, como treinamentos, assessorias, assistência jurídica e à saúde. Fortaleceremos ainda as atividades da Casa da América Latina e ampliaremos a Semana Universitária da UnB.

GUSTAVO LINS RIBEIRO – Chapa 85: Inova UnB
Consideramos a extensão como uma das realidades mais dinâmicas nas universidades federais, uma das principais formas de interação e integração com a sociedade. Sem dúvida, ampliar as atividades é um desafio fundamental a ser assumido e enfrentado. Nossa defesa irrestrita é a de que a UnB deve estar sempre de braços abertos para acolher projetos, programas, cursos e eventos de extensão. Assim, poderemos mostrar e fazer valer todo nosso esforço de pesquisa e ensino. Uma das metas de nossa gestão é a de ampliar e facilitar o acesso de professores, técnico-administrativos e estudantes aos projetos de extensão, fortalecidos pela legislação em vigor, o Plano Nacional de Educação e as diretrizes curriculares nacionais. Trabalharemos para buscar mais parcerias e convênios para a captação de recursos, abrangendo, desse modo, e segundo critérios, um número maior de projetos e de bolsistas.

IVAN CAMARGO – Chapa 86: UnB Somos Nós
No exercício da atividade acadêmica, todo programa ou projeto deve incluir atividades de extensão integradas ao ensino e à pesquisa. Precisamos, porém, desburocratizar os processos de adesão dos docentes e discentes, diminuindo e simplificando as exigências. Respeitar a diversidade de interesses dos pesquisadores é outro ponto fundamental, já que há acadêmicos vocacionados tanto para sala de aula quanto para pesquisa ou atividades junto às comunidades. Consideramos importantíssimo o incentivo à extensão passar pela progressão na carreira. São necessárias ainda novas iniciativas, como expandir as ações de interesse direto da comunidade, a partir de oficinas de ciência, arte e cultura e programas de visita guiada voltados a alunos de escolas do DF e Entorno, e desenvolver programas associados a Educação do Campo e à Casa da América Latina. Propomos ainda aumentar as relações de cooperação e complementaridade com programas governamentais.

PAULO CÉSAR MARQUES – Chapa 87: UnB + 50
Saberes e conhecimento se constroem a partir da transformação da realidade, induzindo responsabilidade social nos alunos desde o início da vida universitária.  A extensão deve ser conduzida não apenas como prestação de serviços à comunidade, mas como forma de produção e transmissão de conhecimento. Extensão não pode mais ser encarada como o “patinho feio” do tripé institucional. É necessária profunda mudança cultural. Por isso, a importância dessas ações assumirem, na progressão funcional, o mesmo valor que os conteúdos tradicionalmente produzidos para a plataforma lattes. Em termos práticos, as condições logísticas e de infraestrutura devem ser asseguradas. Propomos contratos que viabilizem frotas suficientes para garantir mobilidade dos extensionistas mesmo fora dos tradicionais horários e dias de expediente. Defendemos ainda uma política clara: por que há, por exemplo, tantos módulos pagos para cidadãos comuns em uma universidade pública e gratuita?

SADI DAL ROSSO – Chapa 88: construindo a unidade
Para ser efetivamente pública, gratuita e de qualidade, a UnB deve estar envolvida com os interesses públicos, os trabalhadores e os movimentos sociais. É inadmissível que a extensão seja ainda entendida como “quebra-galho”, em detrimento do ensino e da pesquisa. Apoiaremos e ampliaremos as ações contínuas, os trabalhos com as comunidades e escolas públicas. Também priorizaremos os programas de divulgação científica, artística, cultural, intelectual e filosófica do que é produzido e debatido na Universidade, bem como o fortalecimento dos núcleos de extensão como estratégia para estreitar relações com a comunidade. Criar um fórum de grandes temas, com seminários voltados para o público do DF e região metropolitana, também é meta nossa. Mais que utilizar as comunidades como laboratórios, partimos da concepção de que estas devem ser diretamente contempladas com as ações de interesse público e social, além de parceiras na construção coletiva de saberes.

VOLNEI GARRAFA – Chapa 89: Viver UnB
Com grande experiência acumulada em extensão, já que fui decano na gestão de Cristovam Buarque, além de fundador e primeiro presidente do Fórum de Pró-Reitores de Extensão das Universidades Públicas Brasileiras, sinto-me mais que legitimado e comprometido com esse processo de transformação social que vem sendo conduzido pelas instituições de ensino superior. A extensão merece assumir um novo significado, deixando de ser uma função paralela e menor que a pesquisa e o ensino. Por isso, é essencial potencializar a relação das ações de extensão com as políticas públicas. Trabalharemos para que essas atividades sejam consolidadas nas estruturas curriculares dos cursos, bem como nos indicadores de avaliação e progressão dos docentes envolvidos. Também criaremos instrumentos de gestão e registro das atividades de extensão, além de linhas de financiamento público no orçamento da FUB com adequada divulgação e transparência.

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

UnB inaugura Pólo de Extensão, Ensino e Pesquisa em São Sebastião

Presente em: www.unb.br/noticias/unbagencia/unbagencia.php?id=6904


UnB Agência

PONTO DE APOIO - 03/08/2012

Novo espaço em cidade administrativa do DF servirá para abrigar e integrar projetos e programas de saúde, meio ambiente, direitos humanos e apoio à área rural
UnB inaugura Pólo de Extensão, Ensino e Pesquisa em São Sebastião
Talita Carvalho - Da Secretaria de Comunicação da UnB


O Decanato de Extensão (DEX) da Universidade de Brasília inaugura neste sábado, 4, um novo Polo de Extensão, Ensino e Pesquisa na região administrativa de São Sebastião. O Pólo é um espaço físico que servirá de ponto de apoio para 25 projetos e três programas de extensão, pesquisa e ensino que estão sendo desenvolvidos na cidade há cerca de 10 anos. A inauguração contará com a presença de representantes de órgãos públicos e organizações não-governamentais locais, e será animada por manifestações culturais da cidade. 

O novo Pólo foi instalado em um espaço provisório cedido pela Cooperunião - entidade sem fins lucrativos da cidade -, com apoio do Fórum de Entidades de São Sebastião, e vai abrigar e apoiar projetos e programas de saúde, meio ambiente, direitos humanos e apoio à área rural.
O DEX já inaugurou pólos semelhantes na Cidade Estrutural, no Paranoá e em Samambaia, Ceilândia e Brazlândia. O fortalecimento de pólos nas regiões administrativas do DF é uma das metas do Programa Institucional de Fomento ao Desenvolvimento Sustentável da Região Centro-Oeste, implementado pela Diretoria de Desenvolvimento e Integração Regional (DDIR/DEX) da UnB.

INTEGRAÇÃO - Segundo o diretor do DDIR/DEX Mário Angelo Silva, o Pólo servirá também para integrar os projetos. “Trata-se de uma base física, administrativa, para auxiliar no desenvolvimento dos projetos de forma integrada, porque eles ainda funcionam de forma desarticulada", diz, acrescentando que "a maioria dos coordenadores dos projetos não se conhecem e os trabalhos não seguem a linha interdisciplinar". Mário Ângelo Silva reiterou a importância do novo pólo: “É necessário investir na extensão, pois ela é a aplicação da ciência na prática, atendendo a demandas que a sociedade traz", disse. "Esta é uma resposta institucional, acadêmica e científica para a comunidade”, complementou.
MEDICINA VETERINÁRIA - O projeto de Atendimento Médico e Veterinário a Animais de Produção, por exemplo - coordenado pelo professor José Roberto Junqueira, da Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária da UnB -, funciona desde 2001 e atende a demandas de todas as áreas rurais do DF. 

De acordo com o professor, o projeto já atendeu a área rural de São Sebastião inúmeras vezes. “Trabalhamos com demanda: os proprietários solicitam a nossa ajuda e nós vamos até as fazendas; fazemos o atendimento aos animais; e orientamos os proprietários sobre como proceder para melhorar a alimentação, a vacinação e os cuidados”, explicou. Para Junqueira, “o Pólo vai facilitar o trabalho, porque os fazendeiros poderão ir até lá e solicitar o atendimento", acrescentando que, no novo espaço físico, "nós podemos também procurar os proprietários para oferecer ajuda, pois nem todos sabem da existência desse projeto”.
VETERINÁRIA - Os alunos do curso de Gestão do Agronegócio, coordenados pelo professor Marlon Vinícios Brizola, também ajudam a comunidade rural de São Sebastião. O projeto Qualificando Jovens Produtores Rurais ensina os fazendeiros a fazerem o gerenciamento rural por meio do software RuralPro, desenvolvido pela Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater). Os estudantes vão até as fazendas, instalam o programa e ensinam os proprietários rurais a desenvolverem planos de contas, a calcularem a produção e a contabilizarem os investimentos. 

Brizola acredita que o novo Pólo trará muitos benefícios. “São Sebastião conta com vários projetos voltados para a área rural e sua integração pode propiciar trabalhos mais amplos”, disse.
SAÚDE - Em parceira com a Secretaria de Saúde, os alunos dos cursos de Ciências da Saúde e Educação Física da UnB atuam, desde 2009, nos postos de saúde de São Sebastião por meio do projeto Promoção da Saúde e Prevenção de Doenças Crônicas não Transmissíveis, coordenado pela professora da Faculdade de Educação Física Júlia Nogueira. Os alunos promovem palestras, intervenções com atividades físicas e dicas de alimentação para melhorar a qualidade de vida da comunidade. 

“O projeto traz ótimos resultados", diz a coordenadora, informando que "os profissionais e usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) participam sempre das atividades, e mais de 300 pessoas já assistiram às palestras”. Júlia Nogueira afirma ainda que, por São Sebastião estar fisicamente distante da Universidade, o ponto de apoio proporcionado pelo novo Pólo de Extensão será de enorme valor.
Todos os textos e fotos podem ser utilizados e reproduzidos desde que a fonte seja citada. Textos: UnB Agência. Fotos: nome do fotógrafo/UnB Agência.

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Santender: "Serão premiadas iniciativas em ensino, pesquisa, extensão e gestão acadêmica."

Presente em: www.unb.br/noticias/unbagencia/unbagencia.php?id=6782


UnB Agência

UNIVERSIDADES - 29/06/2012

Serão premiadas iniciativas em ensino, pesquisa, extensão e gestão acadêmica. Organizadores visitam a Universidade para estimular participação
Santander divulga na UnB prêmio que supera R$ 1 milhão
Diogo Lopes de Oliveira - Da Secretaria de Comunicação da UnB

Até o dia 16 de setembro estão abertas inscrições para o prêmio Santander Universidades, que reconhece projetos de excelência em internacionalização, sustentabilidade, integração entre a pós-graduação e a graduação e combate à evasão. A premiação este ano ultrapassa a soma de R$ 1 milhão, contemplando 10 bolsas de empreendedorismo na Babson College, nos Estados Unidos, para os alunos e professores vencedores e mais 12 bolsas de pesquisas para os finalistas do prêmio na área de ciência e inovação.
Nessa sexta-feira 29, o diretor de Gestão de Universidaes Federais Santander, Marcelo Vulcano, e a gestora comercial da instituição, Maria Carolina de Camargo e Antonieto, visitaram o reitor da UnB, José Geraldo de Sousa Junior, para divulgar a oitava edição do prêmio.
Edu Lauton/UnB Agência
 
Serão premiadas iniciativas nas áreas de extensão, com o prêmio Universidade Solidária; pesquisa, com o prêmio Ciência e Inovação; e ensino, com o prêmio Empreendedorismo; e gestão acadêmica, com o prêmio Destaques do Ano.“Queremos construir pontes entre a pesquisa e a sua aplicação prática. Nós oferecemos os meios para tornar realidade grandes idéias”, disse Vulcano. “Nossa intenção é que a UnB, como uma das melhores universidades do país, amplie sua participação no nosso programa”, complementou.
O reitor José Geraldo elogiou a amplitude da premiação. “É importante que sejam oferecidas oportunidades em áreas fundamentais como o empreendedorismo, as tecnologias sociais e a extensão. Nesses campos a UnB pode apresentar excelentes experiências”, disse. José Geraldo sugeriu ainda a realização de uma sessão pública para debater o assunto. Ele espera que o evento conte com a participação do Centro de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico (CDT), do Diretório Central dos Estudantes (DCE) e de representantes de projetos de extensão da UnB.
Veja informações sobre o Prêmio Santander Universidades aqui.
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segunda-feira, 9 de abril de 2012

Fundação Banco do Brasil quer ampliar acordos com UnB

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UnB Agência


Emília Silberstein/UnB Agência
Fundação Banco do Brasil quer ampliar acordos com UnB
Termo de cooperação vai sistematizar parcerias com unidades acadêmicas em andamento e orientar futuros convênios

Francisco Brasileiro - Da Secretaria de Comunicação da UnB


O presidente da Fundação Banco do Brasil, Jorge Alfredo Streit, propôs ao reitor da Universidade de Brasília, José Geraldo de Sousa Junior, ampliar as parcerias entre as duas instituições. Para isso, o presidente sugeriu a assinatura de termo de cooperação para orientar acordos firmados isoladamente com unidades acadêmicas e outros que podem ser negociados no futuros.
“A nossa ideia é que essas iniciativas estejam cobertas por um documento que funcione como guarda-chuva e defina parâmetros que orientem novas parcerias”, afirmou Jorge Streit, durante o encontro, ocorrido nesta segunda-feira, no gabinete do reitor, e que teve a participação também dos decanos de Extensão, Oviromar Flores, e de Pesquisa e Pós-Graduação, Denise Bomtempo.
O documento, segundo Jefferson D´Ávila de Oliveira, gerente de Parcerias, Articulações e Tecnologias Sociais da fundação, é essencial para melhorar a aproximação com a academia no desenvolvimento de tecnologias sociais. "A fundação já possui projeto nacional que premia os melhores projetos de tecnologia social. Estamos agora desenvolvendo uma base de dados com essas tecnologias e, para isso, o apoio da academia é indispensável", disse.
José Geraldo acatou a sugestão da fundação e comprometeu-se em estudar os detalhes que deverão ser contemplados no documento. Na ocasião, foram definidas a data para realização de seminário com o tema ciência, tecnologia e sociedade, que conta com apoio da fundação e já é um primeiro passo para aproximar a instituição dos acadêmicos. “O evento vai acontecer junto com a Semana Universitária, em agosto”, contou Denise Bomtempo.
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